Economia Crise Fiscal
Último lugar no ranking: Resultado primário do Piauí expõe o fracasso e descontrole da gestão
Estado tem o pior desempenho do país no equilíbrio de contas; má administração gera medo de calote e insegurança fiscal para empresários e servidores.
18/11/2025 21h07
Por: Redação
Foto: gov.pi

O Piauí ocupa a última posição, a 27ª entre os estados brasileiros, no ranking nacional de Resultado Primário, o indicador que mede o equilíbrio entre receitas e despesas. O dado, que reflete a incapacidade do Estado em gerar superávit para sustentar suas contas, expõe um cenário de descontrole fiscal e má administração.

O resultado primário é o termômetro da saúde de um estado: um desempenho negativo como o do Piauí indica que o governo perdeu o controle das contas, gerando um risco iminente de ter que se endividar apenas para cobrir despesas básicas. A fonte para a crítica é robusta: o Centro de Liderança Pública (CLP), através do seu Ranking de Competitividade dos Estados 2025.

Insegurança Fiscal: O Preço da Incompetência

A má administração reflete-se diretamente na confiança do mercado e na vida do cidadão:

A situação do Piauí é o retrato de um governo que, segundo os críticos, falhou em gerir o orçamento com eficiência, preferindo o gasto com propaganda e despesas políticas em detrimento da resolução dos problemas reais da população.

O Retrato do Fim da Fila

O governo atual, fruto de décadas de poder [Mencionar décadas de poder do partido, se necessário], termina com o resultado de um estado no fim da fila em eficiência fiscal e entrega de resultados à população.

Não há margem para discursos otimistas: os números são oficiais e mostram que, na hora de provar a capacidade de gestão do dinheiro público, o Piauí apresenta o pior desempenho do país, mergulhado em desconfiança e endividamento.

Fontes:
- Centro de Liderança Pública (CLP) – Ranking de Competitividade dos Estados 2025 (Resultado Primário)
- Análise da situação fiscal do Piauí e Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).